segunda-feira, 23 de junho de 2014

FAGNER

Bati um papo com Fagner para O Dia, sobre o disco novo dele e sobre umas polêmicas que estão rolando por aí.

Não entrou na matéria, mas ele disse que prefere nem comentar sobre o Procure Saber. "Não acompanhei nada disso. Vi só que todo mundo se precipitou e que caíram do cavalo. Mas eu estava ocupado demais com a Pec da Música".

Se você acha que faz sucesso, procure saber sobre o que Fagner andava fazendo aqui no Brasil entre os anos 70 e 80.


FAGNER LANÇA SEU NOVO DISCO EM MEIO A POLÊMICA
Criticado por não cantar no Fifa Fan Fest, cantor cearense rebate comentários
Publicado em O Dia em 22 de junho de 2014

‘Nunca tive laço de interesse nenhum com o Ricardo Teixeira, ele é apenas meu amigo. Não questiono os amigos do Juca Kfouri. Ele vai me questionar por quê? É o dono da moral, por acaso?”, vocifera Fagner. A amizade do cantor com o criticadíssimo ex-presidente da CBF vem aparecendo nos jornais quase na mesma medida em que se comenta o lançamento de seu novo disco, o romântico Pássaros urbanos, e a recusa do cearense em participar dos shows do Fifa Fan Fest em sua terra natal — o que levou o colunista de futebol Kfouri a afirmar que Fagner só deixou de cantar nos shows porque Teixeira saiu da entidade

“Não foi por isso. Entre junho e julho, fazemos festas pelo Nordeste, e isso já estava marcado desde o ano passado. Você sai da apresentação e o cara já te procura para fazer o ano que vem. Cheguei a fazer os shows da Copa das Confederações. Mas acho a proposta do Fifa Fan Fest vergonhosa”, reclama Fagner. “A produção acha que o artista quase tem que pagar para estar ali, porque é bom para ele aparecer lá fora. Não tenho mais idade para isso. Fora que a Fifa vem para cá, vai levar tudo e não vai deixar nada.”

O cantor confirma a amizade com o ex-cartola. “Ele é meu amigo há 30 anos. E é amigo do meu irmão, que era dirigente de esportes no Ceará. Pelo Ricardo, meu irmão talvez tivesse sido até presidente da CBF, mas essa vaidade ele nunca teve. E o Ricardo é um cara muito gentil. Mas transitamos apenas na área da amizade.”

Chega a hora de falar do novo disco, que marca dois retornos na carreira do cantor. O disco sai pela Sony, que detém quase todos os seus álbuns — boa parte deles lançados pelas antigas CBS e RCA. E traz de volta Michael Sullivan, de quem ele gravou músicas nos anos 80 e que produziu seu álbum Romance no deserto, de 1987. “Ele foi responsável pelo lado afetivo do CD”, diz Fagner, esperando o momento para reunir os seus antigos lançamentos num boxe. “Estou aqui dentro de novo, vai ser mais fácil de fazer.”

O repertório traz parcerias com o velho amigo Fausto Nilo, como Balada fingida — ele também divide Arranha-céu com Sullivan. Zeca Baleiro coescreve Samba nordestino (da qual o maranhense participa) e Toda luz. O sumido Belchior entra com o hit Paralelas, que Fagner sempre canta, mas nunca havia gravado. “Não acredito que esse desaparecimento dele seja marketing”, opina ele, que era bem próximo de Belchior quando começaram carreira no Ceará. Na época, compuseram o sucesso Mucuripe, lançado pelo próprio Fagner e, mais tarde, por Roberto Carlos. “Depois não mantive tanto contato. Virei parceiro de Fausto Nilo, mas Belchior é que era para estar nessa comigo.”

Os fãs de Fagner ainda podem se preparar para mais dois lançamentos em 2014. O cantor programa um CD/DVD ao vivo dividido com Zé Ramalho, que será gravado de 28 a 30 de julho no Theatro Net. “Zé é meu vizinho, meu compadre. Ele acompanhou meu trabalho com Zeca Baleiro e se empolgou muito com isso. Vamos regravar várias músicas nossas”, conta. Vem por aí também o DVD do show em que o cantor comemorou os 40 anos de sua estreia, Manera Fru Fru manera, em São Paulo, no ano passado. “Fica para depois da Copa.”

Leia o link original no portal O Dia aqui.

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