terça-feira, 29 de julho de 2014

GUILHERME LAMOUNIER

Daqui a pouco, o que vai fazer 40 anos é o disco de 1978 de Guilherme Lamounier, que saiu pela Som Livre e traz músicas como Ser e estar e Serenatas perfumadas com jasmim.

O de 1973 fez 40 anos e ganhou pela primeira vez um livro que conta alguns detalhes de como o disco foi gravado e lançado - 1973, O ano que reinventou a MPB, lançado em janeiro pela editora Sonora. Um dos textos do livro, você deve saber, foi escrito por mim e fala do disco. Quando me convidaram para escrever algo para o livro, topei desde que pudesse acrescentar alguma info nova. Procurei ex-parceiros do Guilherme e todos me passaram informações bem interessantes e diferentes.

Guilherme Lamounier continua sendo o segredo mais bem guardado da MPB. Um cara que há anos não grava nem tem discos relançados, mas cuja fama tem sido feita por intermédio de trocas de arquivos em MP3. Dá para compará-lo com Arnaldo Baptista, só que Arnaldo é bem menos recluso. Entrevistei Arnaldo outro dia para uma matéria que saiu em O Dia, onde trabalho, e não lembrei de perguntar a ele se ele conheceu Guilherme. Gostaria que um ouvisse o trabalho do outro e que eu estivesse ao lado para colher opiniões.

E essa longa introdução é só para lembrar que há alguns meses participei de um evento de lançamento de 1973 na Fnac da Barra da Tijuca. Guilherme virou tema de texto em livro e de palestra, pois falei rapidamente sobre ele e sobre a minha participação na publicação - falei de coisas que achamos melhor até deixar de fora do texto. Confira aí.

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