quinta-feira, 30 de outubro de 2014

PRÊMIO MULTISHOW

Nada demais, só umas recordações da terça-feira, do que rolou na edição 2014 do Prêmio Multishow.

RECORDAÇÕES E NOVIDADES DO PRÊMIO MULTISHOW
Sertanejo e axé dos anos 90 no palco
Publicado em O Dia em 30 de outubro de 2014

“Tem tanta gente cantando nesse país, tantos cantores bons, que acho melhor até dedicar esse prêmio aos cantores, né?”, comemora Thiaguinho. A edição 2014 do Prêmio Multishow, ocorrida terça-feira na HSBC Arena, deu ao sambista, pelo júri popular, dois prêmios: o de melhor cantor e o de música chiclete (com Caraca, muleke!). Já no voto popular, ganharam prêmios também Ivete Sangalo (melhor show), Sorriso Maroto (melhor grupo), o campeão do programa The Voice Brasil Sam Alves (categoria Experimente), Paula Fernandes (melhor cantora) e Luan Santana (melhor música, com Tudo o que você quiser).

Mesmo apresentando novidades (além da interatividade maior, categorias recém-criadas, como Melhor Clipe TVZ, cuja votação foi feita por Twitter e ganha por Te esperando, de Luan Santana), foi o passado que deu o tom da edição 2014 do Prêmio Multishow. Blocos de sucessos dos anos 90 — entre funk, axé, pagode, rap, sertanejo e rock — foram recordados por artistas novos e da época. Uma mistura emocionante (como quando os sertanejos Luan Santana, Gusttavo Lima, Zezé Di Camargo & Luciano, Daniel e Bruno & Marrone se reuniram para cantar Evidências, do repertório de Chitãozinho & Xororó) e, em outros momentos, hilariante (como as entradas erradas e desafinações na homenagem de Márcio Victor, Léo Santana, Ivete Sangalo, É o Tchan, Daniela Mercury e Terrasamba ao axé dos anos 90).

No final, Dinho Ouro Preto (Capital Inicial), Digão (Raimundos) e Lucas Silveira (Fresno) fizeram homenagem aos Mamonas Assassinas, mortos num acidente aéreo em 1996. O humorista Tom Cavalcante, que irá apresentar um sitcom no Multishow em 2015, entrou no palco dirigindo uma Brasília amarela e cantando Pelados em Santos, do grupo.

“Até hoje acho que os anos 90 foram a época em que a indústria musical funcionou de verdade, com vários gêneros musicais nas paradas, e não apenas pacote de rock, sertanejo ou axé que fazia sucesso. E foi a época do auge dos Raimundos, o que foi ótimo”, lembra Dinho Ouro Preto.

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