sexta-feira, 20 de maio de 2016

ADEUS, CAUBY







































Tá aí o que saiu publicado no jornal O Dia nesta semana sobre a morte sobre Cauby Peixoto. Mais um dos vários obituários que escrevi neste ano. 

Em tempo: é extremamente desagradável escrever obituário, mas foi bom estar entre os jornalistas que contribuíram para que Cauby, o maior nome da música brasileira de todos os tempos, fosse homenageado como foi. Nunca o entevistei, mas é ótimo que ele nunca tenha perdido espaço na mídia e sempre tenha provocado interesse, com shows, entrevistas, discos, biografias, musical, documentário etc. A arte e o título da matéria, elogiados por muita gente dentro e fora da redação, são do amigo Diogo Tirado.

Em tempo 2: eu escrevi o que escrevi acima ("é ótimo que ele nunca tenha perdido espaço na mídia e sempre tenha provocado interesse, com shows, entrevistas, discos, biografias, musical, documentário") porque me incomodo bastante com aqueles posts desavisados que aparecem em redes sociais toda vez que morre alguém, tipo "ah, a imprensa só lembrou de fulano quando morreu". Isso como se todo jornal fosse um imenso "que fim levou sicrano?" e como se todo artista continuasse produzindo ou buscando canais para escoar produção da mesma forma. No caso, Cauby continuou trabalhando e encontrou quem o ajudasse. E foi caso raro de artista da era do rádio que foi para a TV, migrou para o que se chamou de "MPB", teve um segundo ato bem interessante como figura da cultura pop brasuca e conquistou fãs de todas as idades. R.I.P.

Nenhum comentário:

Postar um comentário